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Metadata

%0 Conference Proceedings
%4 sid.inpe.br/mtc-m16d/2019/02.28.15.09
%2 sid.inpe.br/mtc-m16d/2019/02.28.15.09.30
%A Kannenberg, Carolina,
%A Nascimento, Ernani de Lima,
%@electronicmailaddress carolinakannenberg@gmail.com
%T Detecção dos jatos de baixos níveis na bacia do prata: comparação entre reanálises e radiossondagens
%B Encontro dos alunos de pós-graduação em meteorologia do CPTEC/INPE, 17 (EPGMET)
%D 2018
%E Herdies, Dirceu Luis,
%E Coelho, Simone Marilene Sievert da Costa,
%S Anais
%8 22-26 out. 2018
%J São José dos Campos
%I Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%C Cachoeira Paulista
%K bacia do prata, JBN, reanalise, radiossondagem.
%X Jatos de Baixos Níveis (JBNs) de norte são frequentemente observados nos subtrópicos da América do Sul (AS) a leste da Cordilheira dos Andes, e são fundamentais para o transporte meridional de umidade em direção à Bacia do Prata. Assim, a identificação de JBNs nos perfis de vento é um aspecto importante que merece ser abordado com base em diferentes fontes de dados meteorológicos permitindo uma avaliação robusta da sua ocorrência. Este trabalho tem como objetivo fazer uma comparação entre a detecção de JBNs com dados em pontos de grade das Reanálises do Climate Forecast System (CFSR-CFSv2) e do European Center for Medium-Range Weather Forecasting (ERA-interim), e aquela com observações de 00 UTC e 12 UTC advindas de 11 estações de radiossondagem localizadas na Bacia do Prata para o período de 1996-2015. Para isto foi utilizado o método recentemente proposto por Oliveira et al. (2018) para a identificação de JBNs. São extraídos os perfis de vento das reanálises para os pontos de grade mais próximos das estações de radiossondagens e somente para os dias e horários em que sondagens eram disponíveis. Um total de 7023 perfis de vento observados acusaram a presença de JBN, o que representa 10% dos perfis analisados. Com os dados do CFSR-CFSv2 e o ERA-interim os respectivos resultados foram de 7,5% e 5,5% dos perfis analisados, havendo porém uma grande variabilidade em função da localidade. Em algumas das localidades (Uruguaiana e Londrina) a frequência do JBN foi superestimada no CFSR-CFSv2 em comparação com as observações, enquanto que o ERA-interim subestimou a frequência do JBN em todas as localidades. Por outro lado, o ERA-interim apresentou um melhor desempenho em indicar as localidades onde o JBN é mais frequente na Bacia do Prata, a saber, Resistência, Córdoba e Foz do Iguaçu. Para a maioria das localidades, os JBNs mostraram-se mais frequentes no inverno e na primavera tanto nos perfis observados quanto nos perfis das reanálises.
%1 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
%@language pt
%9 Estudos de Tempo e Clima
%3 TCC-02.pdf


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